Cartaxo - Monumento aos combatentes

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Mensagem do veterano José Martins ao Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo

Mensagem por Pirada em Qui 22 Set 2011, 6:17 am

Mensagem do veterano José Martins ao Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo
de: José da Silva Marcelino Martins
para: Presidência da Câmara Municipal do Cartaxo pcaldas@cm-cartaxo.pt

cc: Liga dos Combatentes; portal UTW; blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné; blogue Tabanca do Centro
data: 21 de Setembro de 2011 15:08
assunto: Memorial aos Combatentes


Exmº Sr. Presidente,

Por fotografias publicadas numa página dedicada aos Combatentes do Ultramar Português, repara-se que o Memorial existente na cidade capital do Município de que é edil, está, pura e simplesmente, desconjuntado e com as peças à disposição de quem as quiser pilhar, já que, infelizmente, é "um dos desportos" mais praticados neste País.

Espero/esperamos, que esta seja uma fase de recuperação, pelo que, durante as obras, as peças escultóricas sejam preservadas e, assim que repostas no local, com a dignidade que merecem,sejam alvo de "reinauguração", para que as populações, com especial relevância para as mais jovens, sejam ensinadas e aprendam a respeitar os Valores Pátrios.

Com os meus melhores cumprimentos,

José Martins (Combatente da Guiné, 1968 a 1970)






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Ofício da Liga dos Combatentes ao Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo

Mensagem por Pirada em Qui 22 Set 2011, 5:40 am

Ofício da Liga dos Combatentes ao Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo

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O Presidente da ANPG responde ao Director do semanário regional "O Mirante"

Mensagem por Pirada em Qui 01 Abr 2010, 5:50 pm

O Presidente da Associação Nacional dos Prisioneiros de Guerra (ANPG) responde ao Director do semanário regional "O Mirante"
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Opiniões de Veteranos da Guerra do Ultramar ao exposto no semanário regional "O Mirante"

Mensagem por Pirada em Qui 01 Abr 2010, 5:44 pm

Opiniões de Veteranos da Guerra do Ultramar ao exposto no semanário regional "O Mirante"
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José Crisóstomo Lucas (ex-alf mil rgr, Guiné 20Nov69-25Set71); residente em Odivelas
23 de Março de 2010 22:25

Deverão enviar este Email com as fotos, para o máximo de pessoas possível, pedindo para darem conhecimento a todos os amigos.

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Joaquim Fernando dos Santos Oliveira (ex-2sg mil rgr, Guiné 19Set64-19Set66); residente em Vila Nova de Gaia
23 de Março de 2010 18:06

Tenho acompanhado a V. justa luta pelo Património que V. foi legado e agora “desmembrado” (para não referir CRIMINOSAMENTE VANDALIZADO) por um poder instituído dentro de uma pretensa democracia.
Quem criticava os tempos em que, pelo menos a Palavra de Honra valia por um Tratado, fica-se, agora, com a dúvida sobre os Valores que devem pautar a todos os homens cujo exemplo possa ser mostrado sobretudo pelos que dizem que nos dirigem.
É que a haver tão gravoso exemplo de desrespeito pelos concidadãos e os “brandos costumes” se forem mantendo, a isto ainda vai, mas os limites do homem tendem a acreditar que quando a Justiça e a Lei não funcionam, a violência acaba sempre por prevalecer.
Esperemos não seja o caso e que algo ou alguém coloque tão mau dirigente no caminho certo.
Dirigir é uma coisa; ser-se prepotente, é outra.
Depois, tudo acaba por funcionar pelo lado contrário, sendo que os beneficiários tendem a ser os provocadores, como se vai depreendendo pelos actos, palavras e acções de tão “pobre” autarca.
O bom senso pode e deve vir a ser estabelecido, mas os prejuízos já causados pela devastação que se vê, esses, são irremediáveis.
Faça-se Justiça pela justiça.
Estou solidário com o Povo da Terra, convosco, os que se Congregaram por esta causa.

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José Simões (veterano de guerra, Angola 26Jun61-05Set63)
22 de Março de 2010 22:40

É com tristeza e alguma indignação, que de quando em vez assistimos a atentados à dignidade de quem, com grande sacrifício, valentia e amor à Pátria, gastou cerca de dois anos da sua juventude, numa missão que, apesar de algumas mentalidades diferentes, continuo a classificar de muito nobre.
Cabe especialmente a nós ex-combatentes, denunciar esta situação, de autoritarismo e falta de respeito, do Sr. Presidente da Câmara do Cartaxo, que o meu amigo muito bem refere e outras que porventura possam vir a acontecer.

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Armandino Alves (ex-1Cb aux-enf, Guiné 04Ago66-09Mai68); residente em Rio Tinto
19 de Março de 2010 16:54

O que tenho eu a ver com isso? Eu até não sou Cartaxense. Mas se os vão guardar enquanto decorrem as obras acho correcto, desde que depois os recoloquem no seu lugar. No Porto enquanto da requalificação do Porto 2001 também aconteceu o mesmo pondo as estátuas no sítio embora às vezes deslocadas metros do seu antigo lugar e ninguém morreu. Mas já vi que aí a guerra é de outro tipo e eu não tenho nada com isso.

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Carlos Domingos de Oliveira de Ayala Botto (cor cav ref, Angola e Guiné); residente em Lisboa
18 de Março de 2010 01:00

Através de mail, dei conhecimento do sucedido ao Presidente da República como Comandante Supremo das Forças Armadas, e ao Presidente da Liga dos Combatentes.
Temos que fazer parar estas ofensas a quem deu a vida pela Pátria.

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Carlos R. Pinheiro (veterano de guerra); residente no Ribatejo
17 de Março de 2010 21:06

Foi com um misto de estupefacção e de revolta, que tomei conhecimento do apeamento às "escondidas" do Monumento Memorial aos Combatentes da Grande Guerra e da Guerra Colonial, que aconteceu recentemente no Cartaxo, por conta e ordem da sua Câmara Municipal.
Creia que se não tivesse tido oportunidade de ver as fotografias, custava-me a acreditar na realidade dos factos.
Mas revoltado também fiquei, ao tomar agora conhecimento que cena parecida terá acontecido há cerca de 10 anos em Rio Maior.
Porque são duas cidades simpáticas do meu Distrito, lamento profundamente o que aconteceu. Ainda quero querer que no caso do Cartaxo, e porque aquele espaço está vedado há muitos meses à espera de obras, dizia, quero querer que a Câmara, com mais ou menos habilidade ou acto de magia, ainda venha a repor o Monumento que recorda heróis daquele Concelho e que deveria merecer todo o respeito dos seus concidadãos, a começar pela sua Câmara Municipal. Só espero, se isso vier a acontecer, que a recolocação do Memorial se venha a fazer num local que tenha a dignidade que a memória dos homenageados merece, e não num canto qualquer.
Na Guerra a única coisa que souberam fazer, foi mobilizarem-nos e mandarem-nos para lá sem qualquer tipo de condições logisticas e muitas vezes até de subsistência. Quem é que não se lembra logo da viagem inicial, naqueles porões tudo à molhada e depois lá, daqueles aquartelamentos que não existiam.
E agora ainda vêm certos paladinos, destruir monumentos que deveriam ser preservados e olhados com respeito todos os dias por toda a gente e acima de tudo por aqueles que têm responsabilidades politicas, para que as classes mais novas não viessem a dizer que desconheciam a Guerra que roubou a juventude durante 13 longos anos ao pessoal daquele tempo.
É certo que os politicos deste país, nunca respeitaram os ex-combatentes.
É certo que muitos deles, só sabem da guerra por terem ouvido falar dela por alto.
É certo que nos ofenderam a todos, com aquele coisa daquela esmola de cento e tal euros por ano.
Por isso atrevo-me a perguntar, se quem não sabe respeitar os seus antepassados merece futuro?

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João Ernesto Fonseca dos Santos (oficial do Exército, na situação de reforma)
17 de Março de 2010 20:27

Nós militares é que estamos a ser uns cobardolas...
Não temos coragem para nos impôr e vamos todos a correr, para votar nesta estirpe de politicos... Reparem que são escolhidos, pelos que vão votar... Não me admiro...
[...]
Isto está mesmo a saque....
[...]
Isto não é o nosso Portugal... Está tudo a saque...
Temos que mudar Portugal...

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Afonso Manuel Ferreira de Sousa (ex-fur mil tms, Guiné 16Ago68-04Mai70); residente em Maceda
17 de Março de 2010

Hoje, as homenagens são para quem não cumpriu.
Esta é a postura dos medíocres de hoje.
Tudo é forjado... até a História recente.
Onde há traidores, desertores, certos corruptos e miseráveis... há relevo e dignidade!
Cartaxo... pobre Cartaxo! Onde está a tua honraria?!
Ser progressista é isto?!

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Manuel Amaro Bernardo (cor inf ref, Moçambique e Angola), residente em Carnaxide
17 de Março de 2010 18:17

Sr. Presidente da C.M. do Cartaxo:
Na sequência da divulgação pelo combatente do Ultramar, Abreu dos Santos, da situação vergonhosa em que se encontra actualmente o Memorial dos Combatentes do Cartaxo, na qualidade de combatente e de divulgador do que sucedeu no ex-Ultramar (livros publicados), venho manifestar a minha preocupação sobre a maneira como este assunto tem sido tratado por esse município. Será que esta situação irá perdurar por muitos mais meses?
Julgo que os familiares e amigos dos 19 nomes inscritos nesse memorial, não lhe irão perdoar se até ao próximo Dia de Portugal, esta triste situação em que se encontram os memoriais em causa, não tenham sido colocados dignamente na via pública, como se encontravam do antecedente.
Se bem me lembro, aquando do início dos trabalhos, há bastantes meses o Sr. Presidente prometeu a mim, e a Abreu dos Santos, que tal iria concretizar-se em breve. Tal não sucedeu até agora...
Espero que tenha em atenção esta solicitação dum cidadão deste País.

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António Pedro Montez Coelho (ten mil art ref, Goa 1960-62), residente na Azambujeira
data: 17 de Março de 2010 16:55

Sinto e lamento a ofensa aos combatentes do Cartaxo. Há dez anos aconteceu o mesmo em Rio Maior. Fomos encontrar as peças, encaixotadas num armazém do estaleiro. São os políticos que temos e a consideração que têm pelos combatentes.

No dia 25 de Fev, o Sr. Gen. Chito reuniu Associações Combatentes, tendo ficado decidido que passam a comemorar o Dia de Portugal – 10 de Junho – com desfile, no local onde o Sr. Presidente Rep. decidir comemorar esse Dia.
Pergunto eu: será que alguém está a querer destruir a tradição de comemorarmos esse dia no local de sempre, junto ao nosso Monumento em Belém?
Penso que isto é importante e deve ser analisado e, se assim é, considero que é grave.
Dividir para reinar?

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Joaquim Fernando dos Santos Oliveira (ex-2sg mil rgr, Guiné 19Set64-19Set66); residente em Vila Nova de Gaia
17 de Março de 2010 15:00

Aqueles que se identificavam contrários ao poder instituído (porque lhes dava oportunidade de vir a atingir o impensável, por manifesta falta de valores), aqueles que derivam dessa “iluminação obscura”, outros que tais, tomam-se ares e atitudes que criticavam. Pior. Criaram poderes paralelos, apadrinhados por um qualquer, bem posicionado no governo e há que desancar em tudo o que consideram serem as suas frustrações.
Não é raro (infelizmente) esta negação do inegável. A Guerra do Ultramar existiu e teve Heróis e Covardes; alguns dos que lá deixaram tudo de si, eram a Memória das gentes da terra que agora governam a seu bel prazer (prazer???). Pois, humilhar os familiares das vítimas da Pátria, não é coisa estranha àqueles que nos governam em seu pretenso nome.
Assim vai o País.
Tanta safadeza!!!...

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Rui Gomes dos Santos (veterano de Guerra, Guiné 1964-66)
17 de Março de 2010 14:27

Não me arrependi nunca de estar com a cara frente ao IN.
Só tenho pena que os prepotentes deste país, não tenham estado debaixo de fogo, dez minutos que fosse, e teriam que mudar a fralda de cada vez que assim fosse!!
Não me interessei por glória pois tive três ou quatro louvores em combate e, como me vim embora, nada quiz reclamar nem medalhas nem honrarias, mas alguns destes pulhas que habitam neste pais usam e abusam do poder e só querem capas de jornais, quando deveriam ser passados à "capa", à "muleta" e levarem com um "estoque"... das Caldas da Rainha!
Desculpe o palavreado, mas há coisas que me fazem passar dos "carretos"!!

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Eduardo José Magalhães Ribeiro (ex-fur mil rgr, Guiné 12Jul74-14Out74)
17 de Março de 2010 10:59

Vivemos num país sem respeito, por nada nem por ninguém, entregue a devassos, corruptos, incompetentes, irresponsáveis... a todos os níveis de poder, quer governamental, quer autárquico.
Corjas partidárias, gameleiras, desavergonhadas, sem escrúpulos e prepotentes.
Até contra velhos e memoráveis monumentos eles atentam.
Perante a manifesta indiferença de um povo tolinho, desatinado, confuso, passivo...
Até quando?

Vejam mais este criminoso e enxovalhante exemplo: Memorial Concelhio - abuso de poder, atentado à memória colectiva, etc...

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António Brandão (veterano de guerra, Angola 22Fev68-06Abr70)
17 de Março de 2010 10:31

Caro Camarada A. dos Santos:
Parabéns pela iniciativa, força.
Um sincero abraço,
António Brandão

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Joaquim Laranjo (veterano de guerra, Guiné)
17 de Março de 2010 09:28

É com homens como este [presidente da CMC] que Portugal conta.
Como este e como os outros que nos governam.
Só posso manifestar um desejo: que Deus lhe perdoe.

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José Alexandre da Silveira Câmara (ex-fur mil at inf, Guiné 27Jan71-07Jan73); residente em Stoughton (EUA)
17 de Março de 2010 03:02

Um caso como esse nunca seria possível aqui nos States. Ninguém teria tamanha ousadia. A acontecer seria considerado um acto anti-patriótico e matéria crime, esta para ser resolvida em tribunal.
Ao edil, tenho a certeza que seria pedida a sua demissão. Em caso de recusa, seriam angariadas as assinaturas suficientes para uma votação antecipada da sua continuidade ou não. Já o vi fazer por muito menos.

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Última edição por Pirada em Qua 21 Set 2011, 9:05 pm, editado 2 vez(es)
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Cartaxo - Monumento aos combatentes

Mensagem por Pirada em Seg 29 Mar 2010, 11:42 pm


A notícia

No entanto, acaso aquele autarca seja conhecedor do "plano de pormenor", então que o mesmo - com atraso de 6 (seis) anos! -, seja dado a público conhecimento, com a devida difusão.
[ m/comentário, colocado online às 15:49 de 25Mar2010, no endereço http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=436&id=63251&idSeccao=6798&Action=noticia ]

A. – em falta, a saber...
1. – quanto ao «Plano de Pormenor do "Parque Central" da Cidade do Cartaxo»:
a) estará, ou não, aquele "Parque Central", previsto no PDM;
b) em conformidade ao dec-lei nº46 20Fev2009 (cf disposto nos art.81 e art.148 4ºd do dec-lei nº380 19Set99), o imprescindível "Plano de Pormenor" carece, ou não, de ratificação pela Assembleia Municipal;
c) em que data e local, terá aquele mesmo "Plano de Pormenor" sido formalmente apresentado, pelo executivo do Município, à competente Assembleia Municipal, para consequente deliberação.

2. – e quanto ao Anúncio Público (aviso), sobre eventual deliberação da Assembleia Municipal, relativa ao supracitado "Plano de Pormenor":
a) em que data e local, aquela Assembleia Municipal se pronunciou, favoravelmente, à aprovação do «Plano de Pormenor do "Parque Central" da Cidade do Cartaxo»;
b) em que edição do "Diário da República (2ª série)", o presidente do executivo do Município fez publicar, de acordo com os preceitos legais, a «deliberação da assembleia municipal», o «regulamento do plano», a «planta de ordenamento», a «planta de implantação» e a «planta de condicionantes»;
c) em que data e por que forma, o presidente do executivo do Município determinou, também de acordo com preceitos legais, que fosse «afixado nos lugares públicos do costume», e bem assim publicado «em dois jornais diários, num semanário de grande expansão nacional, nos jornais de expansão local e no site do município», o obrigatório «Aviso» relativo ao «Plano de Pormenor do "Parque Central" da Cidade do Cartaxo»;
d) acaso tenha ordenado os referidos procedimentos, em que datas e locais terá sido tal «Aviso» publicado; mas se tal obrigatoriedade legal não foi executada, quais os motivos.

B. – No que concerne ao semanário regional "O Mirante",¹ publicada que foi – em papel e online – a notícia supra reproduzida, e na mesma edição dada à estampa o provocador e ofensivo "cartoon" que aqui se reproduz...

1. - Desde 7 de Outubro transacto que, entre outros destinatários, o director executivo daquele semanário, sr. jornalista Alberto Bastos, tem vindo a ser informado, por intermédio de consecutivos email desta mesma e única origem privada, sobre o que se perspectivava relativamente ao alegado "Parque Central" da cidade do Cartaxo. Mas tais email, versaram não apenas quanto a "tapumes", sobretudo no que respeita a "tudo para além dos tapumes" (vd
m/emails de 16Out2009, 12Nov2009, etc... ).
Na passada quinta-feira, veio aquele jornal servir como caixa de ressonância a uns quantos dislates pronunciados por uma "fonte" camarária, tendenciosamente limitando a discussão pública a um fantasmático 'casus beli' que seria restricto a parte de património edificado, em local nobre de sede concelhia – e sobre o qual se permitiu bolsar acintosas graçolas, significadas no título e teor de um "cartoon de notícia" [publicado que foi em página 11 referente a "conteúdo" exposto na página... 31!] –, ignorando, seja, deliberadamente omitindo perante os leitores do jornal que dirige, todos os demais atropelos, cometidos pelo executivo do município do Cartaxo, à legalidade e ao respeito devido a todos os cartaxeiros, melhor, a todos os portugueses (vd m/email de 17Mar2010).
2. – Nesta oportunidade e circunstância, cumpre afirmar que: nem a Associação Nacional de Prisioneiros de Guerra (por aquele jornal mencionada como "Associação dos Antigos Prisioneiros de Guerra"), nem uma (também inexistente) "Associação de Combatentes do Ultramar", expediram fosse que "emails" fosse, «dirigidos a Paulo Caldas» ou alguma institucional mailbox da CMC. Trata-se de pura invenção, de jornalista ou de inquinada fonte (des)informativa.

Adicionalmente esclarece-se que, sobre toda esta matéria, o signatário – português, maior de idade –, tem agido, e continuará a agir, determinado por consciência pessoal e por imperativo moral, além do que nunca esteve nem está ou virá a estar, dependente de – sequer afecto a – quaisquer organizações de cariz castrense, político-partidário nem religioso ou outro, ou mesmo se expõe «em nome de» qualquer uma associação de veteranos de guerra.

Este email não é nem será, pelo seu autor, por qualquer forma remetido nem para a Câmara Municipal do Cartaxo, nem para o semanário regional O Mirante, nem para a direcção-central da Liga dos Combatentes. Tem somente o propósito prático de demonstrar – e de exortar à reflexão e, eventualmente, à acção em conformidade –, alguns exemplares "estados de saúde debilitada": do poder local; da imprensa regional; do eleitorado em geral; e, muito especificamente, da comunidade de veteranos de guerra, os quais, quando a Pátria os chamou, não renegaram o cumprimento de um irrevogável e intransmissível dever. Relativamente ao qual, demonstrado fica, neste infausto momento e em boa verdade, que a defesa da honra e do bom nome de cada um dos Mortos no Cumprimento do Dever, está – desde há décadas... – tolhida por um espesso manto de tremenda lassidão... democrática. E tudo isto se verifica no decurso do Centenário da República Portuguesa, cujos paladinos, de punho ao alto ou mão no peito, se louvam na ética... republicana!

– «Há uma classe dirigente que está aí nos gabinetes do poder, ou na calha para ocupar certos lugares importantes na vida pública, que têm tanta vergonha na cara como aqueles que pedem emprestado e já sabem que é para não pagar.»; (Joaquim António Emídio, in "Última Página"; edição 18Mar2010 de "O Mirante")

Concluo, relembrando:
Quem, podendo,
não impede que se faça,
manda que se faça.

Cumprimenta,
João Carlos Abreu dos Santos
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Re: Cartaxo - Monumento aos combatentes

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