Marcelino da Mata – O dever de ajudar um Herói de Portugal

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Marcelino da Mata – O dever de ajudar um Herói de Portugal

Mensagem por Pirada em Dom 02 Ago 2015, 6:40 am

Ponto da situação em 24 de Maio de 2016
Informação do Advogado ALEXANDRE LAFAYETTE:


«... Reitero o pedido de fazerem o favor de avisar a “nossa gente” para cessarem os depósitos na conta. ...»










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APELO A TODOS OS VETERANOS DA GUERRA DO ULTRAMAR E AMIGOS:

Marcelino da Mata – O dever de ajudar um Herói de Portugal

«O verdadeiro dever de memória, para além de fantasias, é transmitir aos mais novos o culto e amizade pelos heróis da Pátria»

VAMOS AUXILIAR MARCELINO DA MATA

Ponto da situação:

25Ago2015

NIB: 0019 0042 0020 0022 3090 9

IBAN: PT50 0019 0042 0020 0022 3090 9


A imagem e o texto que se seguem foram extraídos do facebook - https://www.facebook.com/marcelino.da.mata/photos/a.1622408578007683.1073741827.1622393131342561/1630512750530599/?type=1&theater



Caros amigos, anexamos a carta hoje recebida do nosso Tenente-Coronel Marcelino da Mata o antigo combatente e do seu ilustre Advogado Alexandre Lafaeyette.
Estamos já nos € 23.060,70! Falta um pequeno esforço final. A todos agradecemos a Vossa dedicação e camaradagem.

Caríssimos Compatriotas
Na sequência do apelo feito no sentido de se pagar uma dívida à Caixa Geral de Depósitos, pela qual ficou responsável o melhor de todos nós, o Tenente Coronel Comando Marcelino da Mata, porque foi o fiador de uma compatriota que não cumpriu as suas obrigações para com a C.G.D., esta pôs à venda a habitação do nosso Torre Espada, onde vive com a mulher e três filhos menores.
A entrega de propostas, em carta fechada, para a aquisição do andar era para ocorrer no dia 7 de Julho no Tribunal de Sintra.
Reclamava-se, então, o pagamento de € 57.800,00 (cinquenta e sete mil e oitocentos euros).
Após ter conhecimento do processo executivo contactei com os advogados da C.G.D a quem solicitei explicações sobre a origem e composição da dívida, tanto mais que o andar da devedora já fora vendido para pagar parte da mesma, e que fora contraída para o adquirir (nesse contrato o Ten. Cor. Marcelino da Mata era o fiador).
Fui, então, informado que, afinal, a dívida era de € 31.109,38, dos quais apenas € 1.608,15 representam o capital (o remanescente é de juros).
Informaram-me outrossim que as custas processuais e despesas de contencioso "já suportadas e a suportar" tinha o "valor global estimado de € 4.500,00".
Isto é: não se devia € 57.800,00 mas € 31.109,38, acrescido de custas e despesas processuais de € 4.500,00.
Apresentei, então, uma proposta solicitando o perdão de € 14.000,00 respeitante aos juros e o pagamento mensal de € 600,00 para satisfação do crédito da C.G.D.
A Caixa, em 6.7.2015 informou-me não aceitar a proposta mas que "a entrega de um montante único, com pagamento imediato" poderia satisfazer as suas pretensões diminuindo, em consequência, os juros.
Apresentou-se, por isso, a seguinte proposta:
•Pagamento imediato da quantia de €20.000,00 (importa não olvidar que o capital em divida é apenas de €1.608,15).
•Pagamento das despesas judiciais e extra judiciais.
Aguarda-se, ainda, resposta da C.G.D.
Contudo, ainda no dia 7 de Julho - data em que estava prevista a venda do andar do Ten. Cor. Marcelino da Mata, foi requerido e aceite pelo Tribunal de Sintra a suspensão, por 3 meses, do processo executivo.
Prazo que permitiria angariar a quantia proposta se os velhos combatentes e os verdadeiros patriotas para tanto contribuíssem.
A velha guarda e patriotas que não esquecem "Os Lusíadas" e em particular "AQUELES, QUE POR OBRAS VALEROSAS SE VÃO DA LEI DA MORTE LIBERTANDO".
Mas estes, como é o caso do nosso Marcelino da Mata, não ambicionam o Panteão Nacional. Apenas pretendem ser respeitados e tratados com dignidade, o que, como sabemos, não tem sido hábito salutar comum às Nações que sabem honrar os seus heróis.
Heróis que apenas o foram por terem, simplesmente, cumprido o Hino.
Todos vós, caríssimos compatriotas, pertencem a uma plêiade de portugueses que, infelizmente vai rareando.
Até hoje a quantia depositada é de € 23.060,70 que, segundo cuido, poderá ser suficiente para solucionar o problema do nosso Camarada.
Espero, apenas, que a resposta da C.G.D seja positiva.
Se, porventura, "caírem" mais depósitos na conta aberta com a exclusiva finalidade de ajudar o Ten. Cor. Marcelino da Mata e se houver "saldo" é minha intenção transferi-lo para a Liga dos Combatentes destinando-se o eventual remanescente a ajudar os nossos camaradas que estejam em dificuldade.
Como de costume actuo "pro bono"[sem qualquer honorário] em situações desta natureza.
Junto envio extrato do BBVA [apagamos os nomes dos últimos depositantes].
Grato pela vossa ajuda e queiram aceitar os meus melhores e mais respeitosos cumprimentos
ALEXANDRE LAFAYETTE


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«... Se o montante necessário for ultrapassado, o dinheiro restante será entregue a um fundo de apoio aos antigos combatentes na Liga dos Combatentes. ...» - ver o recorte que se segue:




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14Ago2015 - Apoios recebidos:



Quem é Marcelino da Mata:
http://ultramar.terraweb.biz/CTIG/Imagens_CTIG_TenCorMarcelinodaMata.htm


O NIB e o IBAN da conta aberta no BBVA – Agência sita frente ao Corte Inglês –, e que se
destina, exclusivamente, a resolver o problema do velho, Heróico e Leal Combatente
Marcelino da Mata:

NIB: 0019 0042 0020 0022 3090 9

IBAN: PT50 0019 0042 0020 0022 3090 9


Solidariedade, sim! Herói, sim! - por Humberto Nuno de Oliveira



Duas mensagens do advogado, Dr. Alexandre Lafayette, antigo combatente da Guerra do Ultramar:

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de: Alexandre Lafayette para: [...]
cc: [...]
data: 7 de Julho de 2015 às 18:19
assunto: Marcelino da Mata

Exmo. Senhor General [...]

Consegui, in extremis, evitar que o andar do Marcelino da Mata fosse hoje vendido através do Tribunal de Sintra.
Trata-se de uma dívida à Caixa Geral de Depósitos, resultante da falta de pagamento de um empréstimo contraído por uma patrícia do Marcelino da Mata em que ele foi avalista.

Como a Senhora desapareceu para parte incerta (consta que foi para Inglaterra), o nosso amigo, uma vez mais, responde por dívidas de terceiros porque, segundo creio, julga que apôr uma assinatura num papel cujo conteúdo não percebe, é o mesmo que beber um copo de água.
Consegui negociar com a CGD a dívida reclamada por esta, inicialmente de €57.800,00, valor que estava manifestamente errado porque a CGD já havia recebido o produto da venda de um imóvel da "amiga da onça" do Marcelino.

A CGD reclama agora o pagamento de € 35.609,39. Destes, apenas €1.608,15 corresponde a Capital.
De juros são  €29.501,23.
De despesas processuais e judiciais são cerca de €4.500,00.
Face à exorbitância do montante de juros, solicitei uma redução de cerca de 50%, isto é, aproximadamente €14.000,00, e o pagamento mensal de €600,00, que já se iniciou, para pagamento de dívida.

A CGD, porém, só admite um ajuste da importância global se se "apresentar uma proposta que vise a entrega de um montante único, com pagamento imediato" [...].

Face ao que antecede, pretendia apresentar à CGD uma proposta de pagamento único e global, para arquivar o processo, no montante de €20.000,00 (vinte mil euros).
Todavia, o nosso Amigo Marcelino tem a conta bancária a zeros e, até há pouco tempo, com o hábito de ser a muleta dos guineenses.

Assim, só se houver uma colecta, entre a "velha guarda", para juntar €20.000,00 é que será possível arrumar o assunto, poupando-se cerca de €15.000,00.

Se tal não for possível, terei de negociar com a CGD o pagamento em prestações dos
€35.609,39, a que acrescerá as despesas do contrato a estabelecer com a CGD.

Disto resultará um encargo mensal de cerca de €750,00, a deduzir à pensão de reforma do veterano de guerra, já que a CGD não aceita um mútuo por período superior a cinco anos, porque o Marcelino já tem 75 anos de idade.
E o empréstimo para amortizar a dívida, que era da "amiga da onça", implica hipotecar o andar do nosso Amigo.

Todo este arrazoado, como o meu General já depreendeu, visa "apalpar o terreno", isto é, saber se será viável, junto da "nossa gente", criar um fundo que permita resolver o problema do Marcelino da Mata.

Assim, e caso concorde, agradeço que junto da "nossa gente" pergunte se há disponibilidade para esta "justa luta".

Se a reacção fôr positiva, teremos de abrir uma conta bancária para esse efeito a qual deverá ficar no nome de, pelo menos, duas pessoas, para que não se levantem quaisquer suspeitas e serem apresentadas contas.

Tomo, desde já, a liberdade de enviar este email para um grupo de amigos [...].

Agradeço a atenção dispensada e queira aceitar os meus melhores e mais respeitosos cumprimentos, aguardando, entretanto, resposta a esta  mensagem.

Com a amizade de um veterano, hoje combatente de caneta. Alexandre Lafayette (advogado)


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de: Alexandre Lafayette para: [...]
cc: abreusantospai@gmail.com; [...]
data: 17 de Julho de 2015 às 11:15
assunto: Re: Marcelino da Mata

Caríssimo [...]

Constitui imperativo de justiça tratar com dignidade os nossos semelhantes e, por maioria
de razão, quem como o Marcelino da Mata honrou o Hino, como muito poucos, no Campo da Verdade.
O nosso companheiro Marcelino e sua família não irão, decerto, dormir ao relento se a "Velha Guarda" continuar a ser o que foi.
Um abraço fraterno para si e a todos os bons portugueses.

Aqui vai o NIB da conta aberta no BBVA – Agência sita frente ao Corte Inglês –, e que se destina, exclusivamente, a resolver o problema do velho, Heróico e Leal Combatente Marcelino da Mata.

NIB: 0019 0042 0020 0022 3090 9

Alexandre Lafayette


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AS CONDECORAÇÔES:















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