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Centenário do Início da 1.ª Grande Guerra e apresentação do livro «Não Sabes como Vais Morrer»

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Mensagem por Pirada em Sex 24 Jan 2014, 12:42 am

Notícia:

Celebração do Centenário do Início da 1.ª Grande Guerra e apresentação do livro «Não Sabes como Vais Morrer», dia 31 de Janeiro de 2014, pelas 21H30, na Biblioteca Municipal  José Régio, em Vila do Conde.

Informação de Diamantino Costa


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Centenário do Início da 1.ª Grande Guerra e apresentação do livro «Não Sabes como Vais Morrer» Empty "Celebrar" o início de uma guerra?!

Mensagem por JC Abreu dos Santos em Sex 24 Jan 2014, 1:43 pm

«Celebração do centenário do início da 1ª Grande Guerra»... !

"Celebrar" o início de uma guerra?!
Quanto muito, evocar. Evocar.
Evocar, lembrar: mas lá mais para o Verão, na circunstância da efeméride do traiçoeiro assalto perpetrado, na madrugada de 24 de Agosto de 1914, por tropas germânicas do Tanganica que atravessaram a fronteira norte de Moçambique e invadiram território Português do médio Rovuma, onde atacaram e mataram a guarnição do Forte Maziua, que depois incendiaram.
Como se sabe, ao tempo, era uso a declaração de estado-de-guerra, antes – antes! –, de algum dos contendores vir a terçar armas: ora, tal não sucedeu por parte da Alemanha para com Portugal; nem naquela data e local, nem meses depois no sudoeste de Angola, quando na noite de 18Dez1914, tropas germânicas da Damaralândia invadiram território Português e atacaram a guarnição de Naulila.

Tudo isto, é por demais publicamente conhecido.
O que é espantoso, é a direcção-central da Liga dos Combatentes ser uma das entidades que, pelo mesmo diapasão "comemorativo", desde final do pretérito ano tem vindo a "configurar a opinião que se publica", no sentido de "celebrar"?!
Mas "celebrar", o quê?!?!?!
Traição entre Estados soberanos?
Morticínios?
Respeitem-se, respeitando e exigindo respeito pela nossa História Pátria.
A participação do CEP na Flandres, só começou a ser discutida no Parlamento Português... em meados de 1916.

Mas, parece que este panfleto se destina, a continuar a propagandear um livrinho (ou uma "narrativa", como agora é moda dizer/escrever), que rigorosamente nada tem a ver com a epífrage...
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