«O navio "Angoche" partiu de Nacala, em 23Abr1971, mas nunca chegou a Porto Amélia»

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«O navio "Angoche" partiu de Nacala, em 23Abr1971, mas nunca chegou a Porto Amélia»

Mensagem por Pirada em Dom 08 Jul 2012, 9:53 am

2012/07/08 - Mensagem de Rui Araújo, jornalista de investigação (ex- programa "Grande Reportagem" da RTP, ex-provedor do leitor do jornal Público, ... ...)
Procuro testemunhos, fotos e documentos sobre o navio "Angoche" -
«O navio "Angoche" partiu de Nacala, em 23Abr1971, mas nunca chegou a Porto Amélia. Foi encontrado em chamas. Os 23 tripulantes desapareceram» - para a investigação que ora desenvolve. Agradece que as pessoas directamente associadas a este caso me contactem.
Contacto: E-mail: 2360294@gmail.com

Nota da equipa UTW:

As imagens e os dados que se seguem foram extraídos do ciberespaço:

in: http://cargo-angoche.blogspot.pt/ - Angoche:

Rui Araújo nasceu em Lisboa. Estudou na Sorbonne (Letras) e na Harvard University - (Estudos Africanos com o Prof. Leroy Vail e Intelligence com o Prof. Charles Cogan, ex-director de Operações da CIA no Afeganistão - na Kennedy School of Government).

Foi o primeiro jornalista português admitido na Nieman Foundation For Journalists na Harvard University desde a sua criação, em 1938.

Foi correspondente da RTP e da agência noticiosa ANOP em Paris, antes de integrar a equipa do programa televisivo “Grande Reportagem” - foi, aliás, o primeiro jornalista português a entrar em Timor depois do abandono português e da invasão indonésia.

Em 1987, efectuou a investigação sobre a participação portuguesa (armas para os Contra e escala prevista de aviões israelitas com armamento destinado ao Irão) no caso Irangate (Iran-Contra) para a cadeia de televisão norte-americana CBS News.

Colaborou também com a agência noticiosa United Press International (UPI), as emissoras Radio France Internationale (RFI) e TSF (de que foi um dos formadores da equipa inicial), os semanários Expresso e O Jornal, os jornais Público e Libération, e as revistas Grande Reportagem (de que é co-fundador), Visão, Nieman Reports, Mariner's Mirror, etc.

É co-autor dos livros de non-fiction “The Corruption Notebooks” e “Grandes Reportagens”, e autor de “O Diário Secreto que Salazar não leu” e de “O Império dos Espiões” (ambas as obras retratam a guerra secreta travada em Portugal pelos serviços de informações dos países beligerantes durante a Segunda Guerra mundial).

É ex-provedor do leitor do jornal Público. Tem dez prémios de jornalismo.

É, designadamente, jornalista no International Consortium of Investigative Journalists ( www.icij.org) e colaborador do semanário francês LE POINT.

Rui Araújo realizou a cobertura jornalística de alguns conflitos que marcaram as últimas décadas: Timor (exclusivamente no período da ocupação indonésia), Zaire, Bósnia, Croácia, Ruanda (era um dos 23 repórteres presentes no país durante o genocídio), Colômbia, Líbia (queda de Khadafi), etc.





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